sexta-feira, 15 de julho de 2011

4° Dia do Encontro de Canonistas


  Como ontem as atividades foram muito intensas e chegamos bem tarde de Rolândia, as Laudes ficaram para a oração particular e não comunitária, assim como o café ficou em horário livre; nos encontramos para o primeiro estudo do dia, às 8h30min, com S.E.R Dom Francesco Coccopalmerio. Eis a síntese da preleção:
  O Conselho de Pastoral é obrigatório, segundo o parecer do Bispo diocesano; todas as paróquias deveriam tê-lo. Pode-se dar um tempo hábil para a composição do mesmo. O Código diz “constitua-se” e não “pode ser constituído”, portanto, há mesmo uma força de lei para sua existência.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

3° Dia do Encontro de Canonistas

Igreja Matriz de São José, em Rolândia

  Celebramos as Laudes às 7h30min e logo após o café. Iniciamos os trabalhos com o tema de estudos: “A sentença e a certeza moral”, por Monsenhor Joaquín Llobell, Professor de Direito Processual Canônico na Pontifícia Universidade da Santa Cruz, em Roma e Refendário do Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica, que falou em espanhol.
  O primeiro fator a ser estudado é a independência, depois a diferença entre juiz e lei; o juiz não é o legislador, mas o aplicador das leis. É necessário conhecer a lei.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

2° Dia do Encontro de canonistas

Eu e S.E.R Dom Francesco Coccopalmerio


 Celebramos a Santa Missa às 7h30min e logo após tomamos o café. Os trabalhos se iniciaram às 9h20min, com a conferência de Dom Francesco Coccopalmerio. Três pontos foram abordados:
·       Pároco como pastor próprio;
·       Paróquia não se restringe ao território;
·       Cura pastoral debaixo da autoridade do bispo e ajuda dos leigos;
A paróquia é uma parcela do povo de Deus, territorial ou pessoal; melhor: “Uma Comunidade de fiéis”.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

1° Dia do Encontro de Canonistas


  Tivemos às 18h30min a Santa Missa numa Igreja local - Paróquia dos Sagrados Corações, perto do local do evento, presidida por Dom Francesco Coccopalmerio e concelebrada por dois bispos e diversos sacerdotes presentes no encontro. Em sua homilia, Dom Francesco apresentou o que entendia por “trazer a guerra”; por que Jesus disse isso? Segundo o Prelado, a guerra não é uma revolta, mas a divisão das coisas em duas partes: aquilo que fala do Reino e leva a ele e aquilo que afasta do Reino. Jesus, precisamente veio para definir as coisas, trazer claridade. Ao fim de sua reflexão, feita em espanhol, também se referiu ao santo do dia, São Bento. Dom Francesco disse que esta grande figura para a Europa e para o mundo, pode ser definida por uma palavra: “Nada antepor ao amor de Cristo”. É assim que o santo vivia e assim que devemos viver: nada devemos por à frente do Cristo.

Encontro Anual da Sociedade Brasileira de Canonistas


  Inicia-se hoje o XXVI ENCONTRO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE CANONISTAS E XXVIII DOS SERVIDORES DOS TRIBUNAIS ECLESIÁSTICOS DO BRASIL. O encontro acontece na Cidade paranaense de Londrina, de hoje a sábado. Cheguei hoje, pela manhã e, como pertencente à sociedade, acompanharei todos os eventos.

Hoje é dia de São Bento, Abade

 

  De acordo com os Diálogos de São Gregório, Bento (e sua irmã gêmea, Escolástica) nasceu em Núrsia, um vilarejo no alto das montanhas, a nordeste de Roma. Seus pais o mandaram para Roma a fim de estudar, mas ele achou a vida da cidade eterna degenerada demais para o seu gosto. Por conseguinte, fugiu para um lugar a sudeste de Roma, chamado Subiaco, onde morou como eremita por três anos, com o apoio do monge Romano. Foi então descoberto por um grupo de monges que o incitaram a se tornar o seu líder espiritual. Mas o seu regime logo se tornou excessivo para os monges indolentes, que planejaram então envenená-lo. Gregório narra como Bento escapou ao abençoar o cálice contendo o vinho envenenado, que se quebrou em inúmeros pedaços. Depois disso, preferiu se afastar dos monges indisciplinados.

sábado, 9 de julho de 2011

Homilia do 15° Domingo do Tempo Comum: Sementes do Reino de Deus


  No trecho que acabamos de ler, Jesus nos contou uma de suas mais famosas parábolas, a do semeador. Este bloco do Evangelho de Mateus é chamado de “Parábolas do Reino de Deus”; nele, Jesus sempre apresenta uma parábola, isto é, uma história baseada no cotidiano de sua época, com um conteúdo instrutivo, uma mensagem para os ouvintes.
  Na “Parábola do Semeador”, Jesus nos apresenta quatro sementes e o fim de cada uma delas, segundo o terreno que as acolhe. Mais tarde, o próprio Senhor Jesus explica a parábola, tendo em vista a pergunta dos apóstolos: “Por que falas ao povo em parábolas?” Vejamos o que Deus tem a nos falar.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Nossos vícios potenciais e a fé em Deus


  “A respeito do Abade Agatão, diziam que o foram procurar alguns homens, os quais tinham ouvido dizer que possuía grande discernimento. E querendo experimentar-se se enfurecia, disseram-lhe: “Tu és Agatão?” “Ouvimos a teu respeito que és fornicador e soberbo”. Respondeu: “De fato, assim é”. Acrescentaram: “Tu és Agatão, o tagarela e difamador?” Respondeu: “Sou”. Disseram mais:Tu és Agatão, o herege?” Respondeu: “Não sou herege”. Solicitaram-no, então, nestes termos:Dize-nos por que aceitaste tão graves coisas que te dissemos; esta última, porém, não a suportaste”... Respondeu-lhes: “Aquelas, eu as ponho em minha conta, pois são de proveito à minha alma; ser herege, porém, significa separar-se de Deus, e  não me quero separar de Deus”. Tendo ouvido isto, admiraram o seu discernimento, e foram-se edificados”.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Suicídio assistido: agora paga-se para morrer...


  A recente legalização do suicídio assistido na Suíça e a projeção na BBC do suicídio do empresário hoteleiro britânico Peter Smedley puseram mais uma vez em foco a atenção na eutanásia e o suicídio assistido. A demanda para que estas opções sejam legais se faz com um duplo argumento: a autonomia do sujeito e o direito a uma morte digna. A seguir, tentarei rebater tais justificativas, começando pelo segundo argumento.